O apoio a práticas, bens e serviços estatais são uma das escassas maneiras de as ciências humanas e sociais se tornarem economicamente "produtivas". Logo, a defesa do Estado pelas ciências humanas e sociais ao alegar supostamente o benefício da sociedade e do interesse público não deixa de ser uma forma de discurso corporativo se a qualidade insuficiente da fundamentação teórica acarretar implicações negativas.
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