domingo, 21 de março de 2021

25 Frases e Pensamentos Fundamentais de Roberto Campos

 https://www.youtube.com/watch?v=Y54yBcpW8sI

Percepção social do trabalho intelectual novo

 "O novo trabalho intelectual é quase sempre impopular porque subversivo de preconceitos arraigados e parece aos não-educados uma maldade desenfreada."

― Bertrand Russell, O que é democracia? (1953)

Welfare and Blacks

 https://www.youtube.com/watch?v=ArsHUhpkZhQ

Bettina Arndt

 https://www.youtube.com/user/bettinaarndtaus


segunda-feira, 8 de março de 2021

Ensino formal e derivação de posições políticas

A grande jogada da doutrinação política é ensinar conceitos prévios e oferecer incentivos profissionais para adotar os mesmos. Depois por derivação de relações conceituais os alunos chegam na posição política por implicação lógica e adotam discurso derrogatório das perspectivas alternativas.

Universidade e política

Conheço professores universitários de universidades públicas sensatos e preocupados com qualidade de ensino e competitividade a partir do conhecimento. Mas, infelizmente, são exceção. A maior parte do corpo docente das universidades públicas é obsessivamente dedicado ao combate à sociedade e à vida como o são, à promoção da lógica marxista, com a devida superposição do pensamento pós-modernista.
É assim na Europa e nos Estados Unidos, menos pelo marxismo, mais pelo pós-modernismo. Ambos são projetos de ódio ao Ocidente, à economia de mercado e, não assumidamente, mas na prática, à democracia representativa e à liberdade de expressão.
Ainda direi mais sobre as razões da concentração de pensamentos tão reacionários (o marxismo é uma espécie de reação aristocrática, o pós-modernismo é reacionarismo puro e simples, uma proposta de regressão ao tribal) nas universidades. Por ora, constato que, apesar de terem o apoio de seus pares do ensino básico e de praticamente todos os livros didáticos (no ensino básico, esses livros ensinam que todo homem branco é mau e toda riqueza é suja e não deveria existir, entre outras pérolas de ressentimento, inveja e inversão de valores), eles não conseguem formar maiorias na sociedade.
O caso da Itália, em que a esquerda mais próxima ao pensamento dominante na cátedra e no magistério (ainda assim mais moderada na média) obteve apenas 3% dos votos, é emblemático do fracasso dessa abordagem obsessiva dessa multidão de professores reacionários.
No Brasil, dependem de fenômenos que não dominam, embora pautem, como o lulismo, fenômenos com muito pouca relação de causa e efeito entre ideologia e adesão popular.
Houve um tempo em que as universidades (criação cristã) eram instituições de vanguarda no pensamento político. A precursora das modernas universidades, a abadia de Bec, teve em Santo Anselmo de Cantuária alguém muito à frente de seu tempo, precursor ele de princípios que norteariam democracias vigorosas, como a britânica. No passado, as universidades estimularam avanços em favor da liberdade de expressão e de comércio. Hoje, a maior parte delas e de seus corpos docentes representam o atraso e a vontade de destruir os melhores legados das primeiras universidades.
Felizmente, a influência das antigas universidades foi vasta na formação do pensamento político. A das atuais é menor, pelo menos quanto ao marxismo, talvez porque defender regimes como os de Venezuela e Coreia do Norte seja extremamente difícil do ponto de vista da razão.
No campo do pós-modernismo esse corpo ocidental monolítico de mestres e doutores que só mereciam o título de ressentidos avessos à razão têm conseguido maior influência, porém provocando reação virulenta e perigosa para as liberdades, as mesmas liberdades tão bem defendidas nas universidades do passado.
Diante de tal constatação, qual o futuro da universidade fora do campo das hard sciences, campo aliás que viceja tanto fora quanto dentro das universidades, ao qual se dedicam com afinco os extremo-orientais? Não sei dizer, mas talvez seja importante debatermos sobre, debatermos dentro e fora das universidades. No Brasil, grupos de estudantes "subversivos" têm se dedicado a esse debate, enfrentando a pecha de "fascistas" dada por seus professores, pecha que revela a ignorância deles sobre o que seja fascismo. Eles não sabem mesmo. Aliás, a maior parte deles faz questão de não saber nada além do velho e do novo testamento do ressentimento, quais sejam o marxismo e pós-modernismo.
No tempo das primeiras universidades cristãs, a ambição era ir além do catecismo. Em nossos tempos, a ordem é seguir apenas o catecismo da igreja do ressentimento.
(texto meu de há três anos - andou piorando de lá para cá)

Fichamento violência contra mulher

 https://drive.google.com/file/d/0B9P2W33Jf3PrbDMyenBEQl9LU3c/view

quinta-feira, 4 de março de 2021

Justice for Men & Boys

 https://www.youtube.com/channel/UCKhX1c3ow6BrzdzP3ydpeZQ

Mike Buchanan (1957- ) is a British men's rights advocate, writer https://www.amazon.co.uk/Mike-Buchanan/e/B001JCG3AY?ref= and publisher http://lpspublishing.wordpress.com. A business executive until 2010, he worked as a consultant for the Conservative party (2006-8).

In February 2013 he registered a new political party with the Electoral Commission, Justice for Men & Boys (and the women who love them) http://j4mb.org.uk. He led the party until 26 May, 2020, when he handed the leadership to Elizabeth Hobson, 31, formerly the party's Director of Communications. Mike's main online focus is now his website http://laughingatfeminists.com. He hosts weekly 90-minute men-only video meet-ups for http://regardingmen.com. Mike's written 10 books since 2008, including 'The Fraud of the Rings' and 'Feminism: the ugly truth'. He runs Campaign for Merit in Business http://c4mb.wordpress.com. He lives in Bedford, email mikebuchananuk@gmail.com, mobile 07967 026163.

quarta-feira, 3 de março de 2021

Por que o Brasil é um país atrasado?

 https://www.youtube.com/watch?v=pLNjFyCXZFs

Woke (John lennon)

 WOKE (re-imagined version of "God" by John Lennon)

Woke is a concept
by which we identify
…our …tribe
I'll say it again
Woke is a religon
by which we identify
… our … tribe.
Yeah. Tribe. Yeah.
I don't believe in censorship
don't believe - critical theory
don't believe - incivility
don't believe - biophobia
I don't believe in Twitter mobs
I don't believe - SJWs
I don't believe - deplatforming
I don't believe - feminist glaciology
I don't believe in indoctrination
I don't believe - doxxing
I don't believe - postmodernism
I don't believe in - science denialism
I don't believe - struggle sessions
I don't believe - virtue signaling
I don't believe in Foucault
I just believe in free,
…speech and inquiry,
…discover reality
The dream is fragile
…of liberal democracy
The dream is vulnerable
….of shared humanity
It was the Enlightenment
But now its identity
It was your character
But now it’s skin color
And so classic liberals
we'll just have to resist together,
…or:
The dream is over

Assistência Social, Educação e Liberalismo

 https://www.youtube.com/watch?v=PpQJIogYico

Hoje, 15/08/2020, o Clube Caiapós tem a honra de receber o Prof. Dr. Ricardo Paes de Barros, um dos maiores nomes no estudo de Políticas Públicas e Desigualdade Social no Brasil. Nesse sentido, buscaremos discutir a educação e as políticas de assistência social no Brasil por meio da mediação do Prof. Daniel da FEA-RP/USP. O Prof. Ricardo é doutor em Economia pela Universidade de Chicago, mestre em estatística pelo IMPA e engenheiro pelo ITA. Além disso, é idealizador do programa Bolsa Família durante o governo Lula, foi diretor do Conselho de Estudos Sociais do IPEA, eleito Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências e agraciado do primeiro Prêmio Celso Furtado de Ciências Sociais. Mais recentemente, o economista tem liderado estudos acerca do Novo Fundeb e sobre o programa de Auxílio Emergencial do governo federal durante a pandemia. Esperamos que aproveitem o evento ao máximo! Um ótimo evento a todos!

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Estado de bem estar social e Estado liberal

 https://www.politize.com.br/estado-de-bem-estar-social-e-estado-liberal-diferenca/

Liberalismo e pautas da esquerda

 

Liberalismo e pautas da esquerda

A esquerda costuma imaginar que a defesa de certas pautas — como casamento homossexual, legalização das drogas, redução da violência policial — são de sua exclusiva preocupação. De fato, determinados grupos restringem sua adoção do liberalismo ao campo econômico, mantendo-se reacionários em pautas comportamentais. A visão do liberalismo que costuma prevalecer, no entanto, defende as pautas liberais de maneira geral, mesmo as comportamentais. Veja-se abaixo como algumas pautas comumente defendidas pela esquerda podem ser abordadas por um viés liberal:

Casamento homossexual. Na visão liberal, qualquer casamento deveria ser possível, pois o estado não deve regular nenhum tipo de casamento, nem mesmo o heterossexual. Casamento e relações sexuais são assuntos privados, e desde que ocorram entre adultos com consentimento, não há intervenção justificável por terceiros. O que o estado deve preservar é somente o contrato quanto às consequências jurídicas da união, como divisão de bens.

Legalização das drogas. O estado não deve regular o que o indivíduo faz com o seu próprio corpo. É claro que há debates sobre as maneiras de se legalizar, o gradualismo da mudança, e assim por diante. De todo modo, na visão liberal, o indivíduo deve ser sempre livre para escolher.

Redução da violência policial. A violência policial é caso grave de violação da liberdade individual; não há grande diferença de visão aqui. O que muitos liberais notam, no entanto, é que a esquerda parece preocupar-se mais com a violência policial do que com a violência em geral na sociedade. Para o liberal, o indivíduo que cometeu o ato de violência deve ser devidamente responsabilizado e punido, independentemente de quem seja.

Terras indígenas e favelas. O direito à propriedade privada é fundamental na visão liberal. A esquerda costuma ter preconceito com o conceito de propriedade privada porque costuma pensar no grande empresário; mas se esquece que esse direito vale, igualmente, para as terras indígenas e as favelas, por exemplo. Os princípios liberais valem para o rico e para o pobre, para a maioria e para a minoria. Ações do estado que visem a, por exemplo, construir hidrelétricas em terras indígenas sem o consentimento de seus donos seriam inaceitáveis numa perspectiva liberal da propriedade privada. Não há interesse nacional que se deva sobrepor ao interesse do dono da propriedade privada. De igual maneira, não há por que não conceder títulos de propriedade a moradores de favela e outras formas de "ocupação". Não é função do estado acumular propriedades.

O estado na periferia. A esquerda almeja defender a periferia, mas não leva em consideração todo o prejuízo da ação estatal nessas regiões. O estado violenta o direito à propriedade privada, com desapropriações e restrições no acesso à propriedade; fornece péssimos serviços em saúde, educação e transporte; criminaliza pessoas em relação a atos que nem deveriam ser ilegais, como uso de drogas; e age de maneira paternalista, assistencial, em vez de empoderar as pessoas por meio da redução de impostos e redução do tamanho do estado. Aqui alguém poderia objetar, referindo que o que se quer é um estado que aja com justiça e eficiência. Como se explicou acima, no entanto, o estado carrega consigo os riscos da tirania, e a melhor formar de proteger a sociedade é reduzindo o tamanho do estado.

Vendedores ambulantes. A esquerda costuma-se revoltar quando vê a polícia confiscando produtos de ambulantes. Ocorre, no entanto, que isso é apenas o resultado esperado da intervenção estatal na economia, da regulação do mercado. Como se mencionou, o estado traz esses riscos, e a opressão estatal sobre os pobres ambulantes é mais uma consequência não-intencional de sua intervenção na economia. Caso se retirem as regulações, reduzam-se as barreiras, e deixem-se livres os caminhos para o empreendedor, restaria desimpedida a livre-iniciativa dos vendedores ambulantes. O liberalismo entende que o estado não deve atrapalhar pessoas que queiram empreender, trabalhar e progredir na vida.

Direito de defesa. Infelizmente, existem pessoas que não respeitam a liberdade individual de outras. O direito de defesa, com todos os meios necessários — inclusive com arma de fogo —, é basilar para muitos liberais, ainda que muitos defendam uma regulação mínima do porte de armas. Note-se que o direito de defesa pode ser importante para a sobrevivência em meio a problemas que a própria esquerda identifica em nossa sociedade; se vivemos em uma cultura do estupro, por exemplo, é importante que mulheres tenham mais meios de defesa à sua disposição.

Educação sexual, escola sem partido e outros temas educacionais. Numa visão liberal, em que a educação não seria provida de maneira direta pelo estado (mas talvez financiada pelo estado, por meio de transferências diretas de dinheiro ou de vales-educação), esse problema nem existiria. Os pais colocariam seus filhos nas escolas que preferirem, pelos motivos que desejarem.

Legalização do aborto. Este é provavelmente o tema mais divisivo dentre os liberais. Por um lado, uns entendem ser o direito ao aborto parte do direito da mulher sobre o próprio corpo; por outro lado, outros entendem que o feto é uma vida e, portanto, ele próprio teria direito à preservação de sua vida. Há, ainda, os que entendem que o aborto deveria continuar proibido, porém com penas mais brandas. Não há consenso algum, e liberais de opiniões distintas convivem com essa diferença.

 

https://www.mises.org.br/article/2688/liberalismo-e-bem-estar-geral-um-dialogo-com-a-esquerda

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Rejeição a psicoterapeutas de esquerda e pluralismo político negligenciado

Livre mercado na psicoterapia e pautas identitárias

Investiga em que proporção o livre mercado recompensa as pautas identitárias incentivadas pelo Conselho de  Psicologia, isto é, uma psicologia que defende que o homem branco heterossexual é um opressor. 

 Gráfico de respostas do Formulários Google. Título da pergunta: Você consultaria com um psicólogo de esquerda?. Número de respostas: 8 respostas.

Gráfico de respostas do Formulários Google. Título da pergunta: Você pertence a uma minoria?. Número de respostas: 8 respostas.


Gráfico de respostas do Formulários Google. Título da pergunta: Você é de esquerda?. Número de respostas: 8 respostas.


Gráfico de respostas do Formulários Google. Título da pergunta: Você consultaria com um profissional de psicologia que defende que o homem branco heterossexual é um opressor?. Número de respostas: 8 respostas.


Gráfico de respostas do Formulários Google. Título da pergunta: Você prefere um profissional de psicologia alheio a esses temas?. Número de respostas: 8 respostas.


Gráfico de respostas do Formulários Google. Título da pergunta: Você prefere um profissional de psicologia crítico a esses temas?. Número de respostas: 8 respostas.

Conclusão

Parece que o subsídio público a temas de esquerda está fazendo a psicologia brasileira negligenciar o potencial mercado para o pluralismo político e a rejeição a psicólogos de esquerda. O prejuízo à imagem pública da psicologia é outra possível conclusão. Uma maioria de pessoas prefere não tratar de temas tradicionalmente abordados pela esquerda na psicoterapia mas nem sempre isso é possível.